Conversando com meu primo no facebook, li a seguinte pergunta postada por ele: "O kindle tem cheiro? O kindle se pode tocar?"
Bem, nem preciso dizer que sou absolutamente fanática pelo kindle. Sempre amei livros, sim, amei cheirá-los, sentir a capa, folheá-lo...
Não nego que é uma experiência tátil, olfativa... Mas, depois que comprei meu kindle, pude ver que, apesar de não ter cheiro e nem a sensação tátil de passar os dedos pelas folhas de um livro, ainda assim tem muitos outros aspectos que me fazem optar pelo meu amado kindle:
1- Levo meus livros todos para absolutamente todos os lugares. Seja numa fila de banco, seja na sala de espera do dentista, meu kindle me permite ter à mão qualquer livro que eu quiser, naquele instante. Não preciso mais passar pela angústia de ter que escolher apenas um livro pra levar nas férias, por exemplo.
2- O kindle é muito leve, mais leve que qualquer livro médio por aí... Pode-se carregar na bolsa sem medo de piorar uma hérnia de disco, por exemplo (que eu também tenho, infelizmente...).
3- O kindle permite grifar as partes mais importantes num livro. Confesso que tinha sempre dó de grifar meu livro novinho. Achava que ia estragá-lo... Agora não, grifo à vontade e ainda é fácil de ver o que grifei, de uma só vez, através do índice de partes grifadas.
4- O kindle é bom pra natureza. Muitas árvores foram salvas dos meus "ataques furiosos" às dezenas de livros que eu leio anualmente. Dos milhares que já li na vida...
5- O kindle me leva a ler cada vez mais, porque para virar a folha, basta um toque na tela, o que faz com que seja mais rápida a leitura. Além disso, ele mostra quanto tempo falta pra você terminar o livro, baseando-se no seu tempo de leitura por página. Acho excelente! Sempre fico entusiasmada pra terminar, quando vejo que faltam apenas alguns minutos para o final... Impossível parar!
6- Você gosta de ler ouvindo música? Não tem problema, não precisa de outro aparelho à parte. Basta você carregar sua música em mp3 no seu kindle e ouvir enquanto lê. Confesso que já tentei usar isso, mas não gosto muito. Gosto mais do silêncio. Se for para aconselhar alguma música, que seja clássica...
7- "Para que comprar o kindle se o Ipad me permite fazer tantas coisas ao mesmo tempo, inclusive ler?" Escuto muito isso também. O kindle é pra ler, ponto final. Se você quer ler com conforto em qualquer situação, o kindle não tem comparação com o Ipad ou qualquer tablet existente. Se você não gosta muito de ler, o Ipad pode ser ótimo pra você. Pra mim, não é...
8- O kindle pode ser lido em situações de claridade e escuridão, tal qual um livro. No meu caso, ainda não tenho o kindle com luz interna. Por isso, ainda preciso acender a luz para lê-lo à noite, mas ele não dá reflexos da luz e nem cansa a vista.
9- Sabe aquela palavra que você não sabe o que significa, mas tenta adivinhar pelo contexto, pra não ter que parar a leitura e buscar um dicionário? Esqueça! No kindle, basta tocar a palavra com um dedo, que o significado aparece no mesmo instante!
10- Pouco espaço no apartamento? Pois é, passei por isso ao mudar-me de uma casa para um "apertamento"... Muitos livros foram doados, caixas e mais caixas... Me senti mais leve sem tantos livros me seguindo, confesso... No kindle, não tem esse problema de espaço. Já tenho mais de 1000 ebooks, que vou garimpando pela internet!
Enfim, não sou garota propaganda do kindle, mas precisava contar dessa experiência cativante que tive com o aparelho. Hoje ele faz parte da minha vida. Ahh, esqueci de dizer que a bateria dura muito! Umas duas semanas, com o aparelho sendo usado diariamente!
Hei, Amazon! Me contrata! rsrs
Mostrando postagens com marcador livros. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador livros. Mostrar todas as postagens
domingo, 1 de dezembro de 2013
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Salada com chiclete
A vida é feita de contrastes. Se não fosse a tristeza, quando daríamos valor à felicidade?
Estou quase no fim do livro chamado "Quarto", o qual recomendo para começar a dar valor a cada coisinha que faz parte de sua vida.
Basicamente, é a história, contada sob o ponto de vista de um menino de 5 anos, que nasceu "em cativeiro", visto que sua mãe foi sequestrada e abusada pelo sequestrador por 7 anos.
O fascinante é como essa mãe tentou fazer de cada dia uma experiência diferente para o seu filho, dividindo o tempo em atividades lúdicas, como se estivessem dentro de uma casa, vivendo uma vida normal. Ela o poupou de todo o estresse e a violência da situação.
A maior riqueza que temos e que ninguém pode nos tirar (mesmo tirando nossa liberdade) é a nossa mente. Nela podemos criar cenários novos, pensamentos felizes, uma vida diferente da que vivemos...
Tratamos tanto do corpo com malhação, alimentação adequada, botox e afins... Mas será que você está alimentando adequadamente sua mente?
Um bom livro é um alimento mais saudável do que ver TV. É como comparar salada com chiclete.
domingo, 23 de outubro de 2011
Ler é bom demais!
Sempre estou lendo algum livro. Sempre. Emendo uma leitura na outra, ocupo meu tempo livre dessa forma. Não consigo entender quem diz não gostar de ler.
Entendo quem diz que não gosta de determinado tipo de livro ou de autor. Claro, temos nossas preferências. Tem gente que só lê os clássicos, tem gente que os odeia... Questão de gosto pessoal, de interesses...
Eu não sei dizer que tipo de livros eu gosto. Sei responder que tipo de livro eu gosto NESTE MOMENTO. Acontece muito de eu começar a ler um livro e o achar horrível, depois de uns anos, volto à leitura e o amo apaixonadamente. Loucura? Não, depende do seu estado de espírito no momento da leitura.
Hoje, por exemplo, estou quase terminando um romance bem água-com-açúcar chamado "Uma linda mulher" e estou adorando! Depois, pra escolher meu próximo livro, olho cada título da minha estante, penso no que preciso naquele dia e aí sim inicio a leitura.
Também não sei ler 2 livros ao mesmo tempo. Me concentro na leitura e não consigo "traí-la" com outro...
Seja lá qual for seu estilo ou suas escolhas, leia sempre! "O pior analfabeto é aquele que sabe ler e não lê".
Vale muito a pena divertir-se e informar-se com um bom livro. Se você se preocupa com a saúde, saiba também que a leitura afasta o mal de Alzheimer.
Faça sua escolha e concentre-se numa boa leitura!
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Claro como a luz
Ler um livro sobre a morte sempre parece ser um assunto áspero, doloroso, triste. Ainda mais quando o autor conta sobre sua própria morte iminente, após um diagnóstico de câncer no cérebro inoperável.
No entanto, fiquei muito entusiasmada na leitura do livro "Claro como a luz", que tem ainda o subtítulo "Como a certeza da morte mudou a minha vida".
O livro não fala de tristeza, é poético, é filosófico, é de uma ternura ímpar. O autor se prepara para a passagem da forma mais linda que existe e que todos nós deveríamos imitar (já que não sabemos se teremos tempo nessa preparação também): Viver um dia de cada vez, com toda a sua beleza e significado.
Ele procurou estar ao lado de cada uma das pessoas importantes de sua vida, dando a elas um Momento Especial. Buscou uma atividade prazerosa, num local bonito pra contar o quanto aquela pessoa fez diferença em sua vida.
É por isso que eu amo ler: pequenos pedacinhos de cada livro lido sempre ficam dentro do meu coração, pra me dar coragem e pra me ensinar a ser um pouco melhor a cada dia. Não sei se estou conseguindo fazer isso, mas estou me esforçando bastante!
Aproveitem este dia, dividindo com as suas pessoas queridas muitos momentos especiais. No final das contas, é só isso que deixamos para elas: Nosso amor, nossa saudade, nossos momentos que ficaram na memória...
domingo, 19 de junho de 2011
Livro intimista
Adoro literatura intimista. Aliás, na lista de mais vendidos, deveria haver essa nova nomenclatura: Literatura intimista, que pode incluir ficção, biografia, não-ficção... Qualquer tipo de livro em que a gente se envolve tanto com o cotidiano do personagem, que parece ser o nosso...
Nem todos os livros conseguem essa proeza. Tenho lido alguns livros em que me sinto tão distante do personagem, que sequer consigo me concentrar na história, por melhor que ela seja...
Prefiro livros em que o personagem esteja tão perto de mim, que eu sinta até sua respiração. Nesse tipo de livro não é a história em si que conta, e sim o modo como o personagem interpreta cada situação dessa história...
Ah, esse livro me prende... E, por esse motivo, volto a ele e abandono um pouco minhas reflexões, para viver as dele...
Nem todos os livros conseguem essa proeza. Tenho lido alguns livros em que me sinto tão distante do personagem, que sequer consigo me concentrar na história, por melhor que ela seja...
Prefiro livros em que o personagem esteja tão perto de mim, que eu sinta até sua respiração. Nesse tipo de livro não é a história em si que conta, e sim o modo como o personagem interpreta cada situação dessa história...
Ah, esse livro me prende... E, por esse motivo, volto a ele e abandono um pouco minhas reflexões, para viver as dele...
domingo, 12 de junho de 2011
Fonte certa...
Não tenho paciência com os pseudointelectuais... Desses que sabem tudo, que têm teorias para qualquer coisa...
Fujo das listas do tipo "1001 livros que você não pode morrer sem ler". Credo, que desespero! Parece uma obrigação, ler não deve ser assim, deve ser prazeroso...
Também não concordo com quem diz que certos tipos de leitura são dispensáveis, não ajudam na formação de nenhum leitor. Pra mim, qualquer tipo de leitura é válida. Se gosta de gibi, ótimo! Leia bastante! Depois, vai surgir curiosidade sobre outros tipos de leitura. Cada um corre atrás dos seus interesses, e isso é que dá graça ao mundo!
Sou uma leitora de fases. Gosto de livros de neurociência, mas também adoro a chamada chick-lit, aquela literatura bem água-com-açúcar. Depende do seu momento, depende do que você precisa. O importante é buscar a fonte certa, que mate a sua sede.
Ou você pode dizer que nunca teve sede apenas de refrigerante, hein? ;-)
Fujo das listas do tipo "1001 livros que você não pode morrer sem ler". Credo, que desespero! Parece uma obrigação, ler não deve ser assim, deve ser prazeroso...
Também não concordo com quem diz que certos tipos de leitura são dispensáveis, não ajudam na formação de nenhum leitor. Pra mim, qualquer tipo de leitura é válida. Se gosta de gibi, ótimo! Leia bastante! Depois, vai surgir curiosidade sobre outros tipos de leitura. Cada um corre atrás dos seus interesses, e isso é que dá graça ao mundo!
Sou uma leitora de fases. Gosto de livros de neurociência, mas também adoro a chamada chick-lit, aquela literatura bem água-com-açúcar. Depende do seu momento, depende do que você precisa. O importante é buscar a fonte certa, que mate a sua sede.
Ou você pode dizer que nunca teve sede apenas de refrigerante, hein? ;-)
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Ligando o cérebro...
As pessoas não sabem se entreter. Digo isso porque se tirarem o computador ou a TV de uma criança, ela parece ficar sem rumo...
Para onde foi a imaginação das crianças? Antigamente, nos divertíamos com um pedaço de papel ou até sem nenhum tipo de material. Bastava imaginar um lugar, uma situação e... A diversão estava garantida!
Hoje em dia, as pessoas precisam ter milhares de acessórios para se divertirem. O que há de errado com o velho e bom livro? Não tem interatividade num clique? Não, mas tem interatividade num virar de páginas. Dá pra viajar para qualquer lugar, dá pra ser quem você quiser, dá pra imaginar cada cena...
Desligue a televisão e o computador. Ligue o cérebro e acesse um bom livro. Você vai ver que vale a pena!
Para onde foi a imaginação das crianças? Antigamente, nos divertíamos com um pedaço de papel ou até sem nenhum tipo de material. Bastava imaginar um lugar, uma situação e... A diversão estava garantida!
Hoje em dia, as pessoas precisam ter milhares de acessórios para se divertirem. O que há de errado com o velho e bom livro? Não tem interatividade num clique? Não, mas tem interatividade num virar de páginas. Dá pra viajar para qualquer lugar, dá pra ser quem você quiser, dá pra imaginar cada cena...
Desligue a televisão e o computador. Ligue o cérebro e acesse um bom livro. Você vai ver que vale a pena!
sábado, 28 de maio de 2011
Fácil de ler
As pessoas podem ser comparadas aos livros: algumas se especializam em um só assunto, outras são versáteis, são quase como um livro de histórias curtas.
Minhas pessoas preferidas são livros autobiográficos, daqueles em que podemos confiar na veracidade dos fatos. Me irrita pessoas-livros-de-ficção: contam histórias extremamente rocambolescas, que a gente sabe que tem que tirar uns 90% para ver um fundinho de verdade naquilo.
Adoro pessoas-romance, que estão sempre envolvidas em belas histórias de amor, que passam por inúmeras dificuldades até dar tudo certo no final... Ou, pelo menos, até o final que se conhece...
Pessoas-biográficas são interessantes, já que ninguém resiste a uma boa fofoca. Pessoas-especialistas me entediam um pouco, sabedoria demais pode cansar a quem não é tão sábio assim...
Pessoas-autoajuda são ótimos amigos, têm sempre a ideia genial que a gente já sabia, mas que precisava ouvir de alguém.
Pessoas-best-sellers são ótimas, estão sempre rodeadas de amigos, são aquelas que, em uma festa, identificamos na rodinha de conversa mais animada.
Aí fico pensando: que tipo de pessoa-livro eu sou? Acho que sou uma pessoa-gibi, fácil de ler cada emoção, sempre vendo o lado bom das coisas e adorando tudo que é colorido.
E você? Que tipo de pessoa-livro você é?
Minhas pessoas preferidas são livros autobiográficos, daqueles em que podemos confiar na veracidade dos fatos. Me irrita pessoas-livros-de-ficção: contam histórias extremamente rocambolescas, que a gente sabe que tem que tirar uns 90% para ver um fundinho de verdade naquilo.
Adoro pessoas-romance, que estão sempre envolvidas em belas histórias de amor, que passam por inúmeras dificuldades até dar tudo certo no final... Ou, pelo menos, até o final que se conhece...
Pessoas-biográficas são interessantes, já que ninguém resiste a uma boa fofoca. Pessoas-especialistas me entediam um pouco, sabedoria demais pode cansar a quem não é tão sábio assim...
Pessoas-autoajuda são ótimos amigos, têm sempre a ideia genial que a gente já sabia, mas que precisava ouvir de alguém.
Pessoas-best-sellers são ótimas, estão sempre rodeadas de amigos, são aquelas que, em uma festa, identificamos na rodinha de conversa mais animada.
Aí fico pensando: que tipo de pessoa-livro eu sou? Acho que sou uma pessoa-gibi, fácil de ler cada emoção, sempre vendo o lado bom das coisas e adorando tudo que é colorido.
E você? Que tipo de pessoa-livro você é?
terça-feira, 24 de maio de 2011
Ler pessoas em quadrinhos!
A gente sempre acha que conhece as pessoas com quem convive, mas a verdade é que ninguém sabe nada sobre o outro. Basta uma situação difícil aparecer, que aí sim vemos a realidade.
O que mais me cansa é tentar ler as pessoas como quem lê um livro. Ler o olhar, os gestos, as palavras, o tom de voz... Nossa, como é cansativo!
Por isso, declaro que cansei. Agora só leio pessoas que sejam do estilo "quadrinhos", que riem quando acham algo engraçado, que choram quando estão tristes, que brigam quando estão bravas, que sabem perdoar, que perdoam, que entregam o seu coração...
Chega de pessoas com duplas mensagens, com palavras que não se encaixam na mensagem, com frieza no coração...
Só vou ler pessoas do bem, que me fazem feliz e que me ensinam a ser feliz...
O que mais me cansa é tentar ler as pessoas como quem lê um livro. Ler o olhar, os gestos, as palavras, o tom de voz... Nossa, como é cansativo!
Por isso, declaro que cansei. Agora só leio pessoas que sejam do estilo "quadrinhos", que riem quando acham algo engraçado, que choram quando estão tristes, que brigam quando estão bravas, que sabem perdoar, que perdoam, que entregam o seu coração...
Chega de pessoas com duplas mensagens, com palavras que não se encaixam na mensagem, com frieza no coração...
Só vou ler pessoas do bem, que me fazem feliz e que me ensinam a ser feliz...
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Nossa língua perdida...
Tenho visto erros horrorosos em livros, revistas e publicações. Isso tem me deixado assustada. Se em um livro, que passa pela mão do autor, do tradutor (dependendo do caso), do revisor e de tantas pessoas na editora, deixam passar erros, que dirá no cotidiano?!
Juro que encontrei a seguinte pérola em um livro da editora Sextante: "É óbvio que os pais que maltratam mal os filhos"... (Em "Velho muito cedo, sábio muito tarde", pág 117). Nunca vi ninguém maltratar bem, pra justificar esse horrível pleonasmo!
Aí leio a história do livro didático de Português, que diz ser válido usar "dois real" ou "nós vai". Acho importante que as crianças respeitem quem fala assim, por não terem tido oportunidade de estudar e aprender o modo correto da língua portuguesa. Mas daí a colocar em um livro e apontar como algo que é válido e que pode ser usado, é um passo grande... E, na minha opinião, pra trás! Esse tipo de linguagem a gente vê o tempo inteiro nas ruas, na TV... Mas isso não quer dizer que deva ser legitimado em um livro de Português didático que, como princípio, tem por finalidade ensinar a língua culta.
O livro apresenta frases erradas e explicações para cada uma delas: “Você pode estar se perguntando: ‘Mas eu posso falar ‘os livro’? Claro que pode. Mas fique atento, porque, dependendo da situação, você corre o risco de ser vítima de preconceito linguístico”, diz um dos trechos.
Claro que pode?? Não, você vai aprender agora que as palavras devem concordar: Singular com singular, plural com plural. Se é mais de um livro, você pode e DEVE falar "OS livroS".
Isso me assusta. Em livros, na rua, na TV, na Internet... Onde iremos então encontrar alguém que fale e escreva o Português corretamente?
Juro que encontrei a seguinte pérola em um livro da editora Sextante: "É óbvio que os pais que maltratam mal os filhos"... (Em "Velho muito cedo, sábio muito tarde", pág 117). Nunca vi ninguém maltratar bem, pra justificar esse horrível pleonasmo!
Aí leio a história do livro didático de Português, que diz ser válido usar "dois real" ou "nós vai". Acho importante que as crianças respeitem quem fala assim, por não terem tido oportunidade de estudar e aprender o modo correto da língua portuguesa. Mas daí a colocar em um livro e apontar como algo que é válido e que pode ser usado, é um passo grande... E, na minha opinião, pra trás! Esse tipo de linguagem a gente vê o tempo inteiro nas ruas, na TV... Mas isso não quer dizer que deva ser legitimado em um livro de Português didático que, como princípio, tem por finalidade ensinar a língua culta.
O livro apresenta frases erradas e explicações para cada uma delas: “Você pode estar se perguntando: ‘Mas eu posso falar ‘os livro’? Claro que pode. Mas fique atento, porque, dependendo da situação, você corre o risco de ser vítima de preconceito linguístico”, diz um dos trechos.
Claro que pode?? Não, você vai aprender agora que as palavras devem concordar: Singular com singular, plural com plural. Se é mais de um livro, você pode e DEVE falar "OS livroS".
Isso me assusta. Em livros, na rua, na TV, na Internet... Onde iremos então encontrar alguém que fale e escreva o Português corretamente?
terça-feira, 10 de maio de 2011
Simplicidade
Tento fazer do meu dia a dia o mais simples possível. Não tenho sonhos consumíveis. Bem, se podemos considerar livros como sonhos consumíveis, então eu tenho sim... Minha lista de livros que desejo só faz aumentar a cada momento.
Não posso conversar com alguém que diga sobre "um livro ótimo que está lendo", que lá vou eu colocá-lo na minha lista de preferidos da internet.
Chego a ser compulsiva em minhas compras de livros. Hoje mesmo comprei mais 4, porque estavam em promoção... Não deixo de ler nenhum deles e adoro a sensação de estar no finzinho de um livro, já pensando em qual será o próximo "contemplado" por mim! :-)
Pois é... Ninguém consegue ser tão simples assim... Sempre somos fisgados por algo que gostamos de ter. E você? O que te deixa longe da simplicidade e tão perto da compulsão?
Não posso conversar com alguém que diga sobre "um livro ótimo que está lendo", que lá vou eu colocá-lo na minha lista de preferidos da internet.
Chego a ser compulsiva em minhas compras de livros. Hoje mesmo comprei mais 4, porque estavam em promoção... Não deixo de ler nenhum deles e adoro a sensação de estar no finzinho de um livro, já pensando em qual será o próximo "contemplado" por mim! :-)
Pois é... Ninguém consegue ser tão simples assim... Sempre somos fisgados por algo que gostamos de ter. E você? O que te deixa longe da simplicidade e tão perto da compulsão?
Assinar:
Postagens (Atom)